Nano satélites vão fazer coleta de dados
ambientais
Responsável pelo sistema brasileiro de coleta
de dados ambientais, o Centro Regional do Nordeste (CRN) do Instituto Nacional
de Pesquisas Espaciais (Inpe) trabalha, em Natal, no projeto Conasat,
constituído por seis nano satélites para coletar esse tipo de informação no
país. Ainda em fase de definição detalhada do projeto, os primeiros testes
estão previstos ainda para este ano, sendo o primeiro, funcional, em Natal no mês de outubro e o segundo,
ambiental, no mês seguinte em São José dos Campos, no interior de São Paulo. A
previsão é que o lançamento do primeiro nano satélite da constelação seja em
2016.
O engenheiro, coordenador do projeto e do CRN, Manoel Mafra de Carvalho, explica que esses satélites são necessários devido à maior precisão das informações e à idade avançada dos atuais em órbita. “Hoje, os satélites SCD1 e SCD2 fazem esse tipo de monitoramento cobrindo o país, mas foram projetados nos anos 80 e lançados em 1993 e 1998 [respectivamente]. Estão velhos e o SCD1 já não funciona mais à noite. A nova tecnologia que vamos usar permitirá maiores informações e de forma mais rápida”, explica.
O engenheiro, coordenador do projeto e do CRN, Manoel Mafra de Carvalho, explica que esses satélites são necessários devido à maior precisão das informações e à idade avançada dos atuais em órbita. “Hoje, os satélites SCD1 e SCD2 fazem esse tipo de monitoramento cobrindo o país, mas foram projetados nos anos 80 e lançados em 1993 e 1998 [respectivamente]. Estão velhos e o SCD1 já não funciona mais à noite. A nova tecnologia que vamos usar permitirá maiores informações e de forma mais rápida”, explica.
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